A APDL definiu um roteiro claro para alcançar a neutralidade carbónica, reduzindo progressivamente as emissões de gases com efeito de estufa associadas às suas atividades até 2035, ano em que será neutro em termos de emissões carbónicas.

Este percurso baseia-se em três pilares:

• Reduzir emissões através da eficiência energética e da modernização de infraestruturas.

• Substituir combustíveis fósseis por fontes de energia limpa.

• Compensar emissões residuais, sempre que necessário, com soluções ambientalmente responsáveis.

 

O nosso objetivo é garantir que os portos da APDL continuam a crescer, sem comprometer o futuro do planeta.

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Energias Renováveis

A produção de energia limpa é uma peça-chave da nossa estratégia. A APDL está a investir em diferentes fontes renováveis para alimentar as suas infraestruturas e reduzir a dependência de energia de origem fóssil, razão que motivou a vontade em sermos membros fundadores da maior CER (Comunidade Energética Renovável) de Portugal - ENNO - Energias do Norte

Fotovoltaico

A instalação de painéis solares em edifícios, coberturas e parques de estacionamento permite produzir energia a partir do sol, uma fonte limpa, silenciosa e inesgotável.

A APDL prevê a instalação da primeira Unidade de Produção de Autoconsumo (UPAC) com 1MW nas suas instalações sede em Leça da Palmeira que irá produzir cerca de 8% das atuais necessidades do porto de Leixões evitando a emissão de mais de 110 toneladas de CO2 todos os anos.

Esta energia será utilizada diretamente nas operações portuárias, reduzindo custos e emissões. Estão já identificadas outras áreas, designadamente nas plataformas logísticas onde está a ser estudada a instalação de outras UPAC.

Eólica

A energia do vento é outra aposta da APDL. A integração de solução eólica contribui para aumentar a produção de eletricidade renovável e reforçar a autonomia energética dos portos com uma fonte de energia abundante e mais estável do que a solar.

Está a ser estudada a instalação de um aerogerador no porto de Leixões, nos próximos 3 anos, que deverá produzir a energia suficiente para as atuais necessidades de energia elétrica do porto evitando mais de 1.200 toneladas de CO2 todos os anos.

O planeamento e o projeto serão sustentados por apertados critérios ambientais de modo a constituir um ativo ambiental positivo para a comunidade envolvente.